sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011

Capacidade do complexo Arena Grêmio (RS) surpreende secretários

Capacidade do complexo Arena Grêmio (RS) surpreende secretários
Rio Grande do Sul
Sex, 04 de fevereiro de 2011


Um estádio com 54 mil lugares, com capacidade para receber jogos oficiais da FIFA, além de espetáculos e shows, integrado a um complexo multiuso com um centro de convenções de 14mil m², um hotel com 240 apartamentos, um shopping Center, um centro empresarial e 5300 vagas de estacionamento. O complexo da futura Arena Gremista surpreendeu os secretários do Governo do Estado do Rio Grande do Sul, que participaram na manhã desta quinta-feira, 03/02, de um encontro com os executivos da Grêmio Empreendimento, diretores da OAS e o presidente do Grêmio, Paulo Odone.

"Com a necessidade de Porto Alegre se firmar como a capital de eventos do sul do país, um empreendimentos dessa natureza nos dá outra perspectiva de futuro. Temos todo o interesse em ajudar para que o projeto se concretize," afirmou a secretária da pasta de Turismo, Abgail Pereira.

Eduardo Antonini, presidente da Grêmio Empreendimentos reforçou a importância da parceria com o Governo do Estado. "Solicitamos esse encontro porque sabemos que sem essa parceria nada é possível," disse ao lembrar que o maior desafio da cidade é a questão da mobilidade do entorno. "Nos preocupa muito não ter a solucão da mobilidade entorno ao final de 2012. Independente da Copa, a Arena do Grêmio é uma demanda da cidade."

Liderados pelo secretário de Esportes, Kalil Sehbe, a secretária do meio ambiente, Jussara Cony, Abgail Pereira, e integrantes das secretarias de segurança e infraestrutura, comprometeram-se em empenhar esforços para a sistematização dos benefícios fiscais e na busca de recursos para novos acessos de mobilidade urbana para o entorno. "Vamos trabalhar para garantir esses recursos. O Estado sente-se honrado em ter um empreendimento como este," ressaltou.

Durante a apresentação da tarde para as secretarias municipais de Porto Alegre, João Bosco, secretário extraordinário da Copa, e Márcio Bins Ely, do Planejamento, sugeriram dar início imediato a rodadas de novos encontros para tratar da questão da mobilidade. "Essa é uma demanda urgente. Precisamos nos reunir imediatamente para encontrar soluções para a mobilidade," sugeriu.

Antonini destacou também a importância social do complexo da Arena Gremista para a cidade. "Nos baseamos muito no estádio de Amsterdã, na Holanda. Lá, o Amsterdã Arena promoveu uma transformação social muito grande no local onde foi construído. Não foi por acaso que o bairro Humaitá foi escolhido. Pensamos nessa região pensando no legado que a Arena deixará para a cidade." Além de uma nova escola que está sendo construída no bairro, o Grêmio vai trazer para a localidade uma nova escolinha de futebol em parceria com o Instituto Geração Tricolor. "Vamos construir e trabalhar em conjunto com essa região."

O presidente do Grêmio, Paulo Odone, destacou que a Arena será um dos poucos estádios do país com essas características de multiuso, lembrando também da funcionalidade dos mais de 130 camarotes que, além de servir para os jogos, poderão ser utilizados para reuniões de trabalho. "A Arena terá vida o dia inteiro",
vibrou.
Mudanças na Grêmio Empreendimentos

O encontro com os secretários também serviu para apresentar os novos integrantes da Grêmio Empreendimentos (GE), empresa gestora da Arena. A partir de agora, Cristiano Koehler, executivo geral – CEO do Clube, assume como administrador executivo da GE. Gustavo Pinheiro como executivo jurídico, e o ex-secretário da Copa, Ricardo Gothe, como secretário geral.

Fonte: Jornal de Turismo

Viagens corporativas

Publicada em 3/2/2011 18:29:00

NBTA agora é Global Business Travel Association

 

Na home, a nova logomarca da entidade. Aqui, o presidente e CEO da GBTA, Craig Banikowski

Para seguir ao encontro das demandas e a globalização crescente do mercado de viagens corporativas, a National Business Travel Association (NBTA), considerada a maior representante do setor, agora passa a se chamar Global Business Travel Association (GBTA).

Além da mudança de nome, a logomarca também está diferente e em conjunto com o lançamento da GBTA. Há ainda novos benefícios para os membros, como a exploração do conceito global de networking e eventos educacionais, muitos deles gratuitos, registro gratuito para todos os seus membros em seminários via web, acesso à pesquisa e recursos aprimorados do setor incluindo ferramentas de benchmarking global, maior colaboração e compartilhamento de informações online e comitê de assistência internacional capaz de oferecer ajuda em âmbito global.

Além disso, a GBTA possibilitará aos seus associados encontrar especialistas de qualquer área, em em diversos pontos do mundo e colaborar com eles. Esta ferramenta estará acoplada ao lançamento de um novo site, que permitirá melhor navegabilidade e maior colaboração.

"Estamos entusiasmados para lançar o novo nome e a logomarca que reflete o alcance mundial da organização e que está completamente alinhada com a natureza da atual economia mundial e com os negócios gerados pelo setor de viagens corporativas", avalia o presidente e CEO da GBTA, Craig Banikowski.

Aqui a GBTA é parceira da ABGev e realiza com a associação brasileira o Lactte, que este ano acontece de 20 a 22 de fevereiro no Grand Hyatt, em São Paulo, com a presença de Banikowski.
 
Fonte: PANROTAS

quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011

Aeroportos: tarifas de embarque ficam mais caras em março

Uma portaria da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) publicada no Diário Oficial da União desta segunda-feira estabelece novos valores das tarifas de embarque que vão vigorar a partir do dia 14 de março. De acordo com a agência reguladora, as tarifas não eram reajustadas desde 2005.


Paga pelos passageiros às empresas aéreas, a tarifa de embarque é fixada com base na categoria de cada aeroporto e da viagem - se é doméstica ou internacional. Remunera a prestação dos serviços e a utilização de instalações e serviços existentes nos terminais de passageiros, com vistas ao embarque, desembarque, à orientação, ao conforto e à segurança dos usuários.
Com o acréscimo do Adicional de Tarifa Aeroportuária (Ataero), o limite máximo a ser cobrado pela administradora aeroportuária nos casos de voos nacionais será de R$ 20,65 nos aeroportos da categoria 1; de R$ 16,23 nos da categoria 2; de R$ 13,44 na 3 e de R$ 9,30 na 4. Atualmente, os respectivos tetos são de R$ 19,62, R$ 15,42, R$ 11,58 e R$ 8,01.


No caso de voos internacionais, os tetos passam a ser de R$ 36,57; R$ 30,46; R$ 24,37 e R$ 12,19. A esses valores, contudo, é acrescida uma taxa adicional, recolhida à Secretaria do Tesouro Nacional, de, respectivamente, US$ 18; US$ 15; US$ 12 e US$ 6 conforme a categoria do aeroporto. Hoje, quem viaja para o exterior tem que pagar, de acordo com o aeroporto de onde parte seu voo, US$ 36; US$ 30; US$ 24 e US$ 12.


Para estimular a desconcentração de voos em horários de pico e evitar que a infraestrutura aeroportuária seja subutilizada em certas horas do dia, os administradores aeroportuários são autorizados a conceder descontos nos valores tetos das tarifas. Os critérios, contudo, devem ser divulgados publicamente, com antecedência mínima de 30 dias.


Seguindo a mesma lógica, o administrador também pode cobrar até 20% acima do teto estipulado nos horários de pico, mas a cobrança da sobretaxa deverá ser compensada com a concessão de descontos em outros momentos. No fim do ano, o valor médio arrecadado com as tarifas não deve ultrapassar o limite máximo estabelecido pela Anac.


A Portaria nº 174 define também as novas tarifas de pouso e de permanência pagas pelas companhias aéreas ou operadores da aeronave pela utilização da infraestrutura aeroportuária. Os reajustes acompanham o novo modelo de regulação aprovado pela diretoria da Anac no último dia 25, com o qual a agência promete estabelecer os limites máximos das tarifas com base no cumprimento, pelos administradores aeroportuários, de metas de eficiência e qualidade do serviço oferecido aos usuários. De acordo com a Anac, a partir de 2013 as tarifas aeroportuárias passarão a ser reajustadas com base nesses critérios técnicos.


As metas de eficiência que cada aeroporto terá que atingir também estão definidas na portaria publicada nesta manhã. Calculada com base em parâmetros internacionais de desempenho, que levam em consideração o número de embarques e desembarques e o volume de cargas dividido pelos custos operacionais, as metas acabam por formar uma espécie de ranking dos aeroportos.


Maior eficiência


Na categoria 1, por exemplo, a meta mais alta (30,78%) foi aplicada ao Aeroporto Internacional Tom Jobim, o Galeão, no Rio de Janeiro, o que pode ser interpretado como um atestado de que o Galeão é o mais ineficiente entre os 16 equipamentos de sua categoria. Em seguida vêm os aeroportos de Manaus e de Maceió. Nesta categoria, o mais bem cotado (ou que teve a meta de eficiência mais branda, de 7,48%) foi o aeroporto de Brasília.
Os aeroportos que se enquadram na categoria 1 são: Congonhas e Guarulhos (São Paulo), Galeão-Antonio Carlos Jobim e Santos Dumont (Rio de Janeiro), Tancredo Neves-Confins (Belo Horizonte), Juscelino Kubitschek (Brasília), Luís Eduardo Magalhães (Salvador), Marechal Cunha Machado (São Luís), Afonso Pena (Curitiba), Val-de-Cães (Belém), Hercílio Luz (Florianópolis), Pinto Martins (Fortaleza), Zumbi dos Palmares (Maceió), Eduardo Gomes (Manaus), Augusto Severo (Natal), Salgado Filho (Porto Alegre), Gilberto Freyre (Recife/Guararapes).


Agência Brasil

Gestão de viagens e redução de custo

Fonte: email Globalis

terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

Mais um expert em business travel dos EUA faz suas previsões para 2011

Steve Glenn, editor da norte-americana Executive Travel, fez mais de 50 previsões sobre viagens para 2011. Segundo a publicação, nos últimos oito anos, 70% das previsões feitas por Glenn se mostraram verdadeiras. Veja alguns destaques para 2011:
· As companhias aéreas vão começar a cobrar pela bagagem de mão e pelo uso de cartões de crédito;
· American Airlines e US Airways vão se fundir;
· Haverá uma explosão na cobrança de sobretaxas de combustíveis;
· As tarifas domésticas (nos EUA) irão às alturas neste próximo verão;
· O passaporte será uma exigência para o aluno se formar na universidade;
· A ocupação média dos hotéis não passará de 60% (quatro em cada dez hotéis permanecerão vazios);
· As viagens de luxo continuarão a se fortalecer;
· A internet a bordo vai florescer;
· As empresas vão obrigar seus empregados a levar bagagens de mão e não vão reembolsar os fees para despacho de bagagens;
· Os agentes de viagens voltarão em grande estilo;
· O preço dos estacionamentos em aeroportos vai aumentar; e
· Os preços das locadoras de automóveis terão aumento de dois dígitos.


Fonte: Business Travel Magazine

Celular poderá ser usado em 26 aeronaves

A TAM decidiu ampliar para 26 aeronaves Airbus a implantação do sistema que permite o uso de celular para voz e dados a bordo. O serviço, lançado como teste em outubro em apenas um avião, o A321, foi aprovado pela companhia aérea, que avaliou o funcionamento no país. "A tecnologia funcionou bem, ficou estável, sem intermitência", disse a diretora de marketing da TAM, Manoela Amaro. A aeronave testada faz a rota entre Recife, Natal, Fortaleza, Salvador, São Paulo e Porto Alegre.

Com a expansão, serão incluídas 11 aeronaves A319, que fazem a rota São Paulo, Rio, Curitiba, Belo Horizonte, Brasília e Porto Alegre; nove A320 e seis A321, com abrangência nacional. O sistema estará disponível a partir do segundo semestre e cada avião precisa ficar parado durante uma semana para a instalação, no centro de manutenção da companhia aérea, conhecido como MRO (sigla em inglês para Maintenance, Repair and Overhaul), em São Carlos, no interior paulista.


Como é complicado para a companhia deixar a aeronave parada por tanto tempo, a estratégia foi programar a instalação para o período exigido para manutenção. Assim, todos os serviços são feitos simultaneamente. Técnicos e engenheiros estão sendo treinados pela OnAir, com sede em Genebra, para implantar o sistema. A OnAir é a fornecedora do serviço de conectividade entre a aeronave, o satélite e as operadoras de telefonia móvel em terra, e a responsável pelo contrato com as teles.
Por Valor Econômico

Fonte: Conexão Marítima