Os compradores de viagens corporativas ainda não se convenceram sobre a vantagem dos acordos comerciais envolvendo produtos das alianças aéreas globais. Em painel de discussão ocorrido na conferência da NBTA Europe em Lisboa, a maioria dos participantes disse que tinha, igualmente, prós e contras em trabalhar com as alianças, e que os benefícios oferecidos eram mais adequados aos viajantes do que às empresas. Em uma sessão denominada “Consolidação Aérea – uma ameaça ou uma oportunidade”, uma travel manager da companhia farmacêutica AstraZeneca disse que “criar um acordo aéreo nos dias de hoje é mais desafiador do que nunca, pois está baseado em uma muito pequena lógica”.
Mia Anderson disse: “Precisamos ver para que estamos viajando e quando estamos viajando. Se entendermos isto, poderemos ter uma melhor discussão com as alianças”. Anderson disse que as empresas estão deixando de economizar onde a consolidação provocou o decréscimo do número de compnhias aéreas e de freqüências em rotas específicas. Ela disse que o preço médio do bilhete em uma rota doméstica nos EUA triplicou de valor de um dia para o outro, após a fusão de suas companhias aéreas, obrigando sua empresa a estudar a mudança de alguns negócios para outras rotas, para poder obter melhores resultados financeiros.
Sally DeFina, especialista em tarifas aéreas da American Express Business Travel (Amex BT), concorda com o fato de que há vantagens e desvantagens em ter um acordo com alianças. Ela disse que os clientes corporativos de sua TMC têm pontos de vista mistos: “Alguns estão fechando negócios com joint ventures e alianças aéreas e outros estão fugindo deles. A maior desvantagem ocorre quando as alianças removem capacidade em rotas, oferecendo menos opções aos viajantes”. DeFina disse que há vantagens administrativas, como um único ponto de contato para toda a aliança e que é possível às empresas conseguir melhores níveis de descontos e benefícios dos grandes networks oferecidos pelas alianças.
Entretanto, disse DeFina, a coordenação de acordos corporativos frequentemente não são tão bons quando propagados. E disse ser possível que as tarifas aéreas sejam puxadas para cima e os descontos para baixo, em mercados monopolizados. DeFina disse que sua TMC tem um cliente global que gasta mais de US$ 200 milhões em passagens e tem presença em mais de 120 países. Essa empresa tem um acordo com a Star Alliance, envolvendo 16 de seus membros e acesso a 37 países, além de um acordo com o SkyTeam, envolvendo 12 companhias aéreas. No caso desse cliente em particular, o objetivo era ter um acordo consolidado com a maior abrangência global possível.
Entretanto, a profissional da Amex BT também mencionou outro cliente, com gasto anual similar e presença global. Esse cliente tem contratos individuais com 12 companhias aéreas da Star Alliance e 9 do SkyTeam, porque acredita que a concorrência entre elas – o que não acontece em um contrato coletivo - vai sempre garantir a melhor tarifa. “Em geral, acho que os contratos com alianças têm mais prós para os viajantes que para os buyers”, mencionando que os pontos frequent flyer são uns dos maiores atrativos para os business travellers.
Fonte: Business Travel Magazine
Comprador de serviços de viagem ou Gestor de viagens corporativas: Planeja o deslocamento, gerencia as necessidades dos viajantes de acordo com a política de viagens da empresa, trabalha a redução de custo através de acordos comerciais, análise de relatórios gerenciais de despesa, equilibra qualidade e segurança, sejam viagens aéreas ou terrestres, nacionais ou internacionais.
quinta-feira, 23 de setembro de 2010
sexta-feira, 17 de setembro de 2010
Previsões Egencia para 2011
Preço médio de bilhetes vai manter-se em 2011
e tarifas médias diárias podem crescer Presstur 17-09-2010 (15h56) Os preços médios dos bilhetes para os principais destinos de negócios em 2011 vão manter-se “inalteráveis ou com um ligeiro crescimento”, enquanto as tarifas médias diárias crescerão um pouco na Europa, Estados Unidos e Ásia-Pacífico, indicam as previsões de 2011 e o Índice anual de negociabilidade de hotéis, do Egencia, a quinta maior empresa de travel management do Mundo.
O Índice de negociabilidade de Hotéis do Egencia indica que em 2011 as empresas poderão “enfrentar um ambiente de negociação mais desafiador”. “As empresas estão a viajar outra vez este ano, mas ainda abaixo dos níveis de 2008”, afirmou o Presidente do Egencia, Rob Greyber, citado em comunicado.
O preço médio de bilhetes em viagens corporate na Europa, para cidades em países como Alemanha, Bélgica, Espanha, França, Itália, Países Baixos, Reino Unido e Rússia, poderá estagnar ou mesmo descer ligeiramente, com excepções para Paris e Moscovo, que poderão ver uma recuperação.
Um aumento em companhias low cost, maior capacidade e procura por classes mais baratas, “vão contribuir para a pressão em baixa”, diz o Egencia.
As organizações “vão também ver entre mais fraca a moderada negociabilidade hoteleira nestes destinos”.
A indústria de rent-a-car na Europa irá manter as suas frotas nos níveis actuais.
Nos Estados Unidos a tendência será de continuação da recuperação nas viagens de negócios.
Por outro lado, um aumento da capacidade para destinos de negócios chave, o crescimento de receitas extraordinárias, uma melhor utilização de tarifas especiais corporate e a continua preocupação com a recessão, poderão contribuir para que os preços médios dos bilhetes caiam.
Na Ásia – Pacífico as previsões variam, desde uma tendência para estagnação ou ligeira queda nos preços em cidades como Hong Kong e Melbourne, enquanto Tóquio, Singapura e Xangai poderão ver ligeiros crescimentos.
As tarifas médias diárias também poderão aumentar, “mais dramaticamente em Xangai, Sidney, Deli ou Pequim”.
Para chegar a estes resultados, “o estudo avalia tendências da indústria global, factores macro-económicos, investigação aprofundada de mercados de fornecedores e capacidade ém canais aéreos, hoteleiro e rent-a-car em destinos tanto domésticos como internacionais, juntamente com análises de janelas de reservas criadas para viajantes de negócios”.
As projecções do Egencia são baseadas em análises estatísticas das tendências actuais e passadas da indústria, factores macro-económicos, pesquisa de capacidade de fornecedores e dados de ocupação actuais e projectados.
Os dados referem-se a destinos de negócios e preços de viagens de negócios e o Egencia diz também que as previsões “representam uma opinião baseada em factores de mercado actuais e não é uma representação ou garantia quanto à precisão das previsões ou projecções feitas. Mudanças actuais nos preços dos bilhetes tarifas de hotéis podem variar significativamente dos valores previstos, que sofrem impacto por factores futuros imprevistos económicos e políticos”.
Clique aqui: Egência
Fonte: Press Tur
e tarifas médias diárias podem crescer Presstur 17-09-2010 (15h56) Os preços médios dos bilhetes para os principais destinos de negócios em 2011 vão manter-se “inalteráveis ou com um ligeiro crescimento”, enquanto as tarifas médias diárias crescerão um pouco na Europa, Estados Unidos e Ásia-Pacífico, indicam as previsões de 2011 e o Índice anual de negociabilidade de hotéis, do Egencia, a quinta maior empresa de travel management do Mundo.
O Índice de negociabilidade de Hotéis do Egencia indica que em 2011 as empresas poderão “enfrentar um ambiente de negociação mais desafiador”. “As empresas estão a viajar outra vez este ano, mas ainda abaixo dos níveis de 2008”, afirmou o Presidente do Egencia, Rob Greyber, citado em comunicado.
O preço médio de bilhetes em viagens corporate na Europa, para cidades em países como Alemanha, Bélgica, Espanha, França, Itália, Países Baixos, Reino Unido e Rússia, poderá estagnar ou mesmo descer ligeiramente, com excepções para Paris e Moscovo, que poderão ver uma recuperação.
Um aumento em companhias low cost, maior capacidade e procura por classes mais baratas, “vão contribuir para a pressão em baixa”, diz o Egencia.
As organizações “vão também ver entre mais fraca a moderada negociabilidade hoteleira nestes destinos”.
A indústria de rent-a-car na Europa irá manter as suas frotas nos níveis actuais.
Nos Estados Unidos a tendência será de continuação da recuperação nas viagens de negócios.
Por outro lado, um aumento da capacidade para destinos de negócios chave, o crescimento de receitas extraordinárias, uma melhor utilização de tarifas especiais corporate e a continua preocupação com a recessão, poderão contribuir para que os preços médios dos bilhetes caiam.
Na Ásia – Pacífico as previsões variam, desde uma tendência para estagnação ou ligeira queda nos preços em cidades como Hong Kong e Melbourne, enquanto Tóquio, Singapura e Xangai poderão ver ligeiros crescimentos.
As tarifas médias diárias também poderão aumentar, “mais dramaticamente em Xangai, Sidney, Deli ou Pequim”.
Para chegar a estes resultados, “o estudo avalia tendências da indústria global, factores macro-económicos, investigação aprofundada de mercados de fornecedores e capacidade ém canais aéreos, hoteleiro e rent-a-car em destinos tanto domésticos como internacionais, juntamente com análises de janelas de reservas criadas para viajantes de negócios”.
As projecções do Egencia são baseadas em análises estatísticas das tendências actuais e passadas da indústria, factores macro-económicos, pesquisa de capacidade de fornecedores e dados de ocupação actuais e projectados.
Os dados referem-se a destinos de negócios e preços de viagens de negócios e o Egencia diz também que as previsões “representam uma opinião baseada em factores de mercado actuais e não é uma representação ou garantia quanto à precisão das previsões ou projecções feitas. Mudanças actuais nos preços dos bilhetes tarifas de hotéis podem variar significativamente dos valores previstos, que sofrem impacto por factores futuros imprevistos económicos e políticos”.
Clique aqui: Egência
Fonte: Press Tur
quarta-feira, 15 de setembro de 2010
gestor de viagens brasileiro assume a TCG Consulting na América Latina.
Em processo de globalização, a TCG Consulting é uma tradicional empresa de serviços profissionais que, entre outras atividades, provê a administração de despesas relacionadas com viagens corporativas. Com matriz em Charlotte e vários escritórios nos EUA e no exterior, há mais de 15 anos, a TCG vem entregando um amplo leque de soluções para clientes - foram mais de 370 projetos concluídos com êxito para clientes em 106 países e 6 continentes. Oferecendo objetividade, consultoria imparcial e resultados, a TCG é reconhecida por ser uma fonte única de soluções para clientes corporativos de qualquer porte.
E nesse processo de globalização a TCG Consulting chegou à América Latina, com a nomeação de Wellington Costa como seu diretor regional. Ele será responsável pelo desenvolvimento de negócios, atendimento a clientes e gestão da prestação de serviços para toda a região. Baseado em São Paulo, Wellington fará a ligação com clientes e liderará equipes especializadas de consultoria, provendo serviços de gestão de viagens corporativas, além da integração da administração de meios de pagamentos e gerenciamento de despesas de viagens com os atuais clientes globais da TCG e novos prospects na região.
Wellington Costa tem mais de 35 anos de experiência na indústria de viagens, dos quais 30 como travel manager em empresas de grande porte. É membro da ACTE e da NBTA e coordenador do Comitê de Viagens Corporativas, grupo que reúne gestores de viagens e que trabalha em parceria com o GAS - Grupo de Administradores de Serviços, totalizando cerca de 50 empresas. Mais informações: www.tcgconsulting.net
terça-feira, 14 de setembro de 2010
Lounge HRG - Os Benefícios da Globalização e Regionalização
Os benefícios de regionalizar o programa de viagens corporativas
O Lounge HRG, realizado durante o 3º Fórum Alatur, teve como tema “Os Benefícios da Globalização. Porque Regionalizar seu programa de viagens corporativas?”. A exposição foi conduzida pelomanaging director daHRG Brasil, Augusto Mori, e a representante da HRG na América Latina, Angeles Yugdar.Os executivos mostraram como a agência global pode ajudar empresas que estão em vários países e precisam adequar sua realidade multinacional à cultura organizacional de cada unidade de negócios.
De acordo com eles, a regionalização do programa de viagens corporativas tem como objetivos principais controlar os gastos, gerar economia e “standartizar” as operações. Para isso, alguns pontos seriam centrais: prestar atenção ao advanced purchase (compra adiatada de passagens para melhores tarifas), ticket reclaim, online booking tools,impostos, centros de serviços regionais, demand management e pre trip reporting. Sobre esse último ponto, Angeles é enfática. “Dedicamos muito tempo fazendo relatórios depois de uma viagem, mas pode-se economizar muito se você estudar essa viagem antes. Para isso temos o portal Travel Watch, por exemplo, que ajuda a saber se há pessoas viajando fora da política da companhia.”
Fonte: Assessoria Grupo Alatur
Arquivos de Download
O Lounge HRG, realizado durante o 3º Fórum Alatur, teve como tema “Os Benefícios da Globalização. Porque Regionalizar seu programa de viagens corporativas?”. A exposição foi conduzida pelomanaging director daHRG Brasil, Augusto Mori, e a representante da HRG na América Latina, Angeles Yugdar.Os executivos mostraram como a agência global pode ajudar empresas que estão em vários países e precisam adequar sua realidade multinacional à cultura organizacional de cada unidade de negócios.
De acordo com eles, a regionalização do programa de viagens corporativas tem como objetivos principais controlar os gastos, gerar economia e “standartizar” as operações. Para isso, alguns pontos seriam centrais: prestar atenção ao advanced purchase (compra adiatada de passagens para melhores tarifas), ticket reclaim, online booking tools,impostos, centros de serviços regionais, demand management e pre trip reporting. Sobre esse último ponto, Angeles é enfática. “Dedicamos muito tempo fazendo relatórios depois de uma viagem, mas pode-se economizar muito se você estudar essa viagem antes. Para isso temos o portal Travel Watch, por exemplo, que ajuda a saber se há pessoas viajando fora da política da companhia.”
Fonte: Assessoria Grupo Alatur
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sábado, 11 de setembro de 2010
Pesquisa mostra que os viajantes utilizam cada vez mais os smartphones.
Segundo a pesquisa “Portrait of American Travelers”, do Ypartnership/Harrison Group, três em cada dez aparelhos celulares nos Estados Unidos são smartphones. A pesquisa, aplicada em fevereiro e que ouviu 2.524 famílias norte-americanas, mostra como os viajantes utilizam esses dispositivos móveis para planejar e obter informações sobre destinos e serviços de viagens. Veja os principais destaques:
· 19% dos viajantes já baixaram app’s relacionados a viagens;
· Metade das pessoas pesquisadas utilizou o GPS de seu smartphone para se movimentar em um destino de viagem;
· 46% dos viajantes utilizam smartphones para pesquisar horários e atrasos de voos;
· Três em cada dez dos pesquisados comparam tarifas aéreas ou hoteleiras em seus smartphones;
· Cerca de 28% compartilharam suas experiências de viagens através de seus smartphones; e
· Cerca de um em cada seis usuários pesquisados já efetuaram reservas de viagens através de seus dispositivos móveis.
Fonte: Business Travel Magazine
segunda-feira, 6 de setembro de 2010
Eventia lançou uma ferramenta “verde” online para a indústria de eventos
Associação oficial da indústria de eventos do Reino Unido, a Eventialançou uma nova ferramenta online para ajudar os planejadores de eventos a criar e a executar eventos sustentáveis. Disponibilizada para downloads em seu website, a nova ferramenta foi desenvolvida pelo grupo de trabalho de responsabilidade corporativa da Eventia e inclui:
· Uma descrição da BS8901:2009, o padrão britânico para eventos sustentáveis, bem como um guia que ensina os principais passos para implementá-los;
· Uma descrição geral da ISO14001, um reconhecido sistema global de administração ambiental;
· Uma descrição geral do Protocolo de Eventos Sustentáveis de Copenhagen;
· Um comparativo com as principais diferenças entre a ISO14001 e a BS8901.
Também foi lançado um guia online que as empresas poderão usar para criar seus próprios códigos de conduta de responsabilidade corporativa, que detalha os elementos de um programa de responsabilidade social corporativa – englobando o meio ambiente, a comunidade, fornecedores e empregados -, e que ensina como implementar, medir e rastrear esses elementos. Para conhecer as ferramentas online de responsabilidade corporativa da Eventia, visitewww.eventia.org.uk/html/article/csr-home.
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