sábado, 10 de março de 2012

quinta-feira, 8 de março de 2012

Gastos com viagens e turismo terão aumento de 2,8% em 2012

BERLIM, 7 Mar 2012 (AFP) -O volume de negócios que o turismo gerará neste ano terá um aumento de 2,8%, levemente superior ao da economia mundial (2,5%), segundo o Conselho Mundial de Viagem e Turismo (WTTC), que destaca as perspectivas sombrias no Oriente Médio e na Europa, enquanto a África do Norte se recupera progressivamente.
"O crescimento dos gastos dos turistas será levemente superior ao da economia", que deve ficar situado nos 2,5%, prediz o WTTC, em suas previsões publicadas por ocasião do Salão do Turismo, que é realizado em Berlim.
A Ásia registrará o maior crescimento, com 6,7%, graças às maiores rendas da população da China e da Índia, que se traduz pelo aumento do turismo interno.
O organismo prevê a recuperação total do mercado japonês, que foi prejudicado pela catástrofe de Fukushima, no primeiro semestre deste ano, o que permitirá recuperar o mesmo nível de rendas que tinha em 2010.
A África do Norte mostra sinais de recuperação depois de um 2011 marcado pelas revoluções na Tunísia, Egito e Líbia, que espantaram o turismo.
A Síria, segundo destino mais importante no Oriente Médio depois da Arábia Saudita, verá seus rendimentos caírem mais de 20%, prediz o organismo, e a região inteira vai sofrer pelas "revoltas e a violência em alguns países".
Na Europa, as perspectivas são bastante sombrias, com uma queda esperada de 0,3% na União Europeia devido às medidas de austeridade adotadas em vários países, e um crescimento de 0,3% para o continente em seu conjunto, sustentado pela Rússia e Polônia.
No total, o turismo deverá contribuir para a economia mundial com 2 trilhões de dólares este ano (frente ao 1,9 trilhão de 2011) e superar pela primeira vez os 100 milhões de empregados no setor, segundo o WTTC.

Fonte: UOL Notícias ¨ Economia

As companhias aéreas terão que informar seus índices de atrasos de voos

Resolução da ANAC publicada ontem no DOU prevê que as companhias aéreas deverão informar os passageiros, no momento da compra do bilhete, os percentuais mais recentes de atraso e cancelamento dos voos que operam. As informações também devem ser disponibilizadas em todos os canais utilizados pela empresa para venda de passagens aéreas. Atualmente, apenas a Infraero faz o monitoramento de atrasos e cancelamentos de voos no Brasil. A resolução prevê ainda que a ANAC monitore e divulgue os percentuais de atrasos e cancelamentos de voos domésticos e internacionais registrados em aeroportos de todo o país. Os dados serão divulgados mensalmente no site do órgão para consulta do público em geral. As normas entram em vigor em 90 dias.


Fonte: Kontik News

quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012

Reserve lançará Expense Management para mobile

Comunicado Reserve V3-0166/2012







Durante o Lacte 2012, segunda e terça-feira, em São Paulo, o sistema Reserve de gestão de viagens corporativas lançará novo aplicativo de gestão de despesas de viagem, em que, por meio de seu smartphone, o usuário poderá inserir todos os gastos no sistema, antes, durante e após a viagem.
Com objetivo de gerar a prestação de contas da viagem de forma automática, o sistema lerá fotos de recibos e comprovantes de consumo e compras realizadas, utilizando a tecnologia OCR (optical character recognition) associada a um algoritmo desenvolvido pelo Reserve Lab para interpretar o texto de qualquer nota escaneada ou fotografada.
"O REM será um poderoso gerenciador de gastos individuais com viagens corporativas, cuja base de dados será acessada pelas áreas financeira e RH da empresa usuária, permitindo um controle online de todo o processo em tempo real", esclareceu Solange Vabo, presidente do Reserve.

O Reserve participar" do Lacte com estande na Network Expo, onde também será mostrada a evolução do Reserve Mobile 3.0, versão compatível com iPad, Samsung Galaxy, iPhone e todos os smartphones com Android, Blackberry e Windows Mobile.

Fonte: Informe Reserve
 


terça-feira, 31 de janeiro de 2012

Maiores empresas do país investiram 43% a mais em eventos em 2011

Dados da pesquisa “O Impacto Econômico dos Eventos”, encomendada pelo Instituto Alatur, em parceria com o capítulo brasileiro da MPI - Meeting Professionals International, revelam que as melhores e maiores empresas do Brasil aumentaram em 43% seus investimentos em eventos durante o ano de 2011. O número superou o índice de 2010, que acumulou crescimento de 41% em relação a 2009 e registrou, em média, gasto de R$ 2,4 milhões por empresa. Realizada pela Fran6 Análise de Mercado, a amostra abordou gestores de eventos de 75 empresas (64% indústrias e 34% do comércio e serviços), com média de 13 mil colaboradores, consideradas entre as 1.000 maiores e melhores do País.

A amostra indica que as empresas tendem a realizar eventos próprios, como convenções, lançamentos de produtos e patrocínio de shows. Hoje, 97% das companhias acreditam que o número de eventos verdes deve aumentar significativamente no Brasil e 74% já utilizam materiais naturais para organização das ações. Efetivamente, 41% já organizam eventos verdes e 25% conversam sobre o tema, assim como 90% confiam na atual expansão do mercado no País.  “O share dos eventos próprios e patrocinados cresce gradativamente ano a ano, pois o ROI pode ser bem mais significativo”, diz Alberto Moane, diretor da Alatur Eventos & Incentivos.  

Segundo o estudo, cada companhia realiza, em média, 18 eventos pequenos (10 a 50 pessoas) durante o ano. Ações de médio porte (51 a 250 pessoas) somam 19 realizações e os grandes eventos (250 pessoas ou mais) chegam a 12. Os investimentos estão direcionados para exposições, salões e estandes em feiras (42%), bem como confraternizações (40%) e treinamentos/workshops (33%). Atualmente, 65% das companhias já utilizam novas tecnologias para reuniões e eventos e promovem treinamentos para utilização das mesmas (57%), como sistema de telepresença (55%), avaliação do ROI das mídias sociais (29%), uso do holograma nas reuniões (14%) e promoção de reuniões virtuais/híbridas (71%).  

Os eventos estão cada vez mais planejados, controlados e normatizados. Prova disso, 89% das empresas possuem diretrizes para busca de savings (economias ou redução de custos) e 26% já utilizam o sistema Return On Investiments (ROI) para eventos corporativos como um todo. Em 74% das companhias, os eventos são organizados a partir dos setores de marketing, comunicação, viagens ou o próprio departamento de eventos. Entretanto, o setor de compras colabora no processo em 57% das empresas, com poder de decisão em apenas 6%.

No geral, em ordem decrescente, a relevância na satisfação após contratação de fornecedores depende de atendimento (29%), preço (26%), conceito criativo (19%), expertise (15%) e tempo de organização (11%). Exatamente 90% das entrevistadas dizem que esperam empenho de seus profissionais no momento de negociação em busca dos savings e 83% confiam e consideram seus fornecedores altamente organizados. A preferência de 54% é pela contratação de agências de pequeno e médio porte, por conta de um melhor atendimento. “A pesquisa diz que 78% das empresas precisam de mais de um fornecedor. Porém, a fragmentação de serviços em excesso pode prejudicar a gestão de eventos”, avalia Moane. A solução pode estar no planejamento, pois o tempo de organização dos grandes eventos é próximo a três meses. Atualmente, 66% das companhias possuem calendário de eventos, mas 22% das ações realizadas não estão previstas no papel. 

Fonte: BTM